Sim, na maioria dos casos o implante é possível
Muita gente adia a avaliação por acreditar que "já passou do tempo". Na prática, é o contrário: mesmo quem perdeu o dente há 10, 20 ou 30 anos costuma poder fazer implante. O que muda de um caso para outro é o caminho até lá — em algumas situações, o osso precisa de um preparo prévio.
O que acontece com o osso quando o dente faz falta
A raiz do dente estimula o osso ao mastigar. Sem ela, o organismo entende que aquele osso não é mais necessário e começa a reabsorvê-lo — lentamente, ano após ano. Por isso, quanto mais tempo sem o dente, menor tende a ser o volume ósseo disponível para fixar o implante. Dentaduras aceleram esse processo, porque pressionam a gengiva sem estimular o osso.
E se faltar osso? Enxerto e outras soluções
- Enxerto ósseo: devolve volume ao osso reabsorvido, criando a base para o implante. É um procedimento rotineiro e previsível.
- Implantes inclinados: em casos selecionados, aproveitam áreas onde ainda há osso, evitando o enxerto.
- Protocolo (arcada completa): para quem perdeu todos os dentes, 4 a 6 implantes sustentam uma prótese fixa — veja como funciona o protocolo.
Como saber o seu caso
Com uma avaliação clínica e exames de imagem (como a tomografia), é possível medir com precisão a altura e a espessura do osso. A partir disso, o planejamento 3D define a técnica ideal, a quantidade de implantes e o prazo do tratamento — e você recebe um orçamento transparente, sem surpresas.
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